Perfil do Artesão

http://www.recife.pe.gov.br/agendacultural/

Perfil do Artesão

Por Thays Monteiro

Com um patrimônio cultural imensurável, o trabalho dos artesãos em Pernambuco só cresce em volume e qualidade. Variedade de cores, formas, diferentes materiais, texturas e criatividade são as premissas fundamentais para a elaboração das peças produzidas pelos diferentes artistas. O trabalho dessas pessoas é de grande importância, porém ao mesmo tempo é desconhecido por parte do público, e foi partindo desse pressuposto que surgiu o projeto Território de Mãos.
Dez meses foi o tempo que durou a expedição que possibilitou a catalogação de 125 artistas nas quatro macrorregiões do estado: Região Metropolitana (Recife, Olinda, Jaboatão e Igarassu); Zona da Mata (Goiana e Tracunhaém); Agreste (Caruaru, Belo Jardim, Garanhuns, Jupi e Buíque) e Sertão (Petrolina). Nesses 12 municípios, foram entrevistados escultores como Mestre Nuca, Maria Amélia, José Bezerra, Severino Vitalino, Manuel Eudócio, Joel Galdino, Mestre Nado e Maria de Ana das Carrancas, entre outros artistas.
Com o mapeamento, pôde-se perceber também os diferentes jeitos de os artistas trabalharem e os diversos materiais usados por eles. Na Zona da Mata, o barro predomina, já no Agreste, madeira e barro ocupam o mesmo espaço, diferentemente do Sertão e da Região Metropolitana, mostrando a diversidade de materiais que podem ser utilizados na criação.
Esse material promocional estará disponível ao público aos poucos, através do blog e de um canal do Youtube. Posteriormente, será distribuído um folder em pontos de cultura e educação.
Mais informações sobre Territórios das Mãos:
Blog: territoriodasmaos.wordpress.com
Youtube: http://www.youtube.com/user/territoriodasmao

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Escultores de Garanhuns estão inseridos no projeto cultural “Territórios das Mãos”

http://www.brasilnoticia.com.br/cultura/escultores-de-garanhuns-estao-inseridos-no-projeto-cultural-territorios-das-maos/34938

http://www.brasilnoticia.com.br/

Artistas de Garanhuns foram inseridos no projeto cultural “Território das Mãos”. Com o intuito de dar visibilidade ao trabalho de grandes escultores pernambucanos, o projeto, que tem o incentivo do Funcultura, realizou um mapeamento da escultura popular contemporânea do Estado, por meio de entrevistas e registros em vídeo e fotografia. O mapa com a localização dos artistas foi impresso em formato de folder e está sendo distribuído gratuitamente em centros de artesanato, escolas e pontos de cultura.

Os escultores garanhuenses Bete Godoy, José Veríssimo, Marcone Rodrigues, Marcos Siqueira e seus filhos Marcos e Mayrton, Mauro Roberto, Mestre Fida, Serginho, Wagner Porto e a Casa do Artesão de Garanhuns, tiveram suas produções reconhecidas com o registro no projeto. De acordo com a secretária de Cultura do município, Cirlene Leite: “Os catálogos estão sendo entregues a todos os escultores, instituições e imprensa, devendo chegar ao grande público até o final do ano”, ressalta.

Outras cidades – Como uma maneira de valorizar heranças culturais e fortalecer o patrimônio do Estado, contribuindo também para a inclusão sociocultural, o projeto percorreu, ao longo de dez meses, todas as macrorregiões de Pernambuco. Foram 12 municípios no total. Além de Garanhuns, artistas de Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Igarassu, Goiana, Tracunhaém, Caruaru, Belo Jardim, Jupi, Buíque e Petrolina, foram entrevistados.

Todas as fotografias e os textos do “Território das Mãos” podem ser conferidos pelo site: territoriodasmaos.wordpress.com. O vídeo com a entrevista do escultor garanhuense Mestre Fida pode ser acessado pelo You Tube, por meio do link: https://www.youtube.com/watch?v=oPjH_ornHdM.

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Projeto mapeia produção escultórica de Pernambuco

http://www1.leiaja.com/cultura/2014/08/29/projeto-mapeia-producao-escultorica-de-pernambuco/

Território das Mãos entrevistou mais de 100 escultores de quatro regiões do Estado

 porBarbara Brandão sex, 29/08/2014 – 15:09
Divulgação
Mestre Nuca, de Tracunhaém, um dos escultores entrevistados – Divulgação

Mais de 100 escultores pernambucanos, de diferentes municípios de Estado, foram entrevistados pelo Território das Mãos. O projeto, com incentivo do Funcultura, mapeou através de entrevistas, revisão bibliográfica e registro fotográfico a produção escultórica atual de Pernambuco. A pesquisa se transformou em 2 mil mapas impressos em formato de folder, que serão distribuídos gratuitamente em escolas e pontos de cultura dos municípios pesquisados, incentivando a aproximação e disseminação da cultura local.

Ao longo de dez meses, o Território das Mãos percorreu as quatro macrorregiões do Estado de Pernambuco – região Metropolitana, Zona da Mata, Agreste e Sertão – passando pelos municípios de Recife, Olinda, Jaboatão e Igarassu, Goiana e Tracunhaém, Caruaru, Belo Jardim, Garanhuns, Jupi e Buíque e Petrolina. Nessas 12 cidades, escultores como Mestre Nuca, Maria Amélia, José Bezerra, Severino Vitalino, Manuel Eudócio, Joel Galdino, Mestre Nado e Maria de Ana das Carrancas foram entrevistados.

Os exemplares do projeto já estão disponíveis no Centro de Artesanato de Pernambuco e no Mama. Na próxima semana, os mapas poderão ser encontrados no Paço do Frevo, Cais do sertão e centro cultural correios, MEPE, Secretaria de Turismo de Olinda. Uma série de fotos e textos sobre o processo do mapeamento podem ser conferidos no blog do Território das Mãos, e osvídeos com as entrevistas no canal do Youtube do projeto.

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Escultores de Garanhuns estão inseridos no projeto cultural “Territórios das Mãos”

http://darciorabelo.com.br/escultores-de-garanhuns-estao-inseridos-no-projeto-cultural-territorios-das-maos/

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Escultura pernabucana em mapa

Publicado no Site da Revista Sim!

o projeto entrevistou vários escultores em todas as regiões do Estado (foto: divulgação)

Muitos artistas que trabalham com escultura popular em Pernambuco são desconhecidos do grande público. No intuito de dar visibilidade ao trabalho desses artistas que esculpem com suas mãos materiais como barro, madeira e cerâmica, nasceu o projeto cultural Território das Mãos. A ideia tem como finalidade criar um mapeamento da escultura popular contemporânea do Estado. Através de entrevistas com os escultores, bem como registros em vídeos, registros fotográficos e revisões bibliográficas, foi possível montar um mapa com a localização dos artistas que hoje modelam a cultura escultórica pernambucana. O mapa, impresso em formato de folder, será distribuído gratuitamente em centros de artesanato, escolas e pontos de cultura dos municípios pesquisados, incentivando a aproximação e disseminação da cultura local.

O projeto Território das Mãos percorreu, ao longo de dez meses, as quatro macrorregiões do Estado de Pernambuco: Região Metropolitana (Recife, Olinda, Jaboatão e Igarassu); Zona da Mata (Goiana e Tracunhaém); Agreste (Caruaru, Belo Jardim, Garanhuns, Jupi e Buíque) e Sertão (Petrolina). Nesses 12 municípios, foram entrevistados escultores como Mestre Nuca, Maria Amélia, José Bezerra, Severino Vitalino, Manuel Eudócio, Joel Galdino, Mestre Nado e Maria de Ana das Carrancas.

O projeto Território das Mãos pretende valorizar heranças culturais e fortalecer o patrimônio material e imaterial do Estado e contribuindo para a inclusão sócio-cultural em Pernambuco.

Conheça mais em:

Blog: territoriodasmaos.wordpress.com

Youtube: www.youtube.com/user/territoriodasmaos

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Folder “Território das Mãos” com mapeamento dos escultores em Pernambuco

O folder “Território das Mãos” está disponível para baixar no link abaixo:

folder_territorio_divulgacao – páginas separadas

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Território das Mãos cria mapa da escultura popular contemporânea

Sobre o projeto “Território das Mãos” – publicado no Portal Cultura PE

http://www.cultura.pe.gov.br/canal/funcultura/territorio-das-maos-cria-mapa-da-escultura-popular-contemporanea/

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Muitos artistas que trabalham com escultura popular em Pernambuco são desconhecidos do grande público. No intuito de dar visibilidade ao trabalho desses artistas nasceu o projeto cultural “Território das Mãos”, realizado com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), mantido pelo Governo de Pernambuco. O projeto teve como principal finalidade criar um mapeamento da escultura popular contemporânea do Estado, a partir de entrevistas com os escultores, revisão bibliográfica e registros em vídeo e fotografia. O resultado é um mapa com a localização dos artistas em Pernambuco, impresso em formato de folder, distribuído gratuitamente em centros de artesanato, escolas e pontos de cultura.

O projeto  pretende retraçar fronteiras ao construir o mapeamento dos novos conceitos presentes na atual escultura popular pernambucana, valorizando heranças culturais, fortalecendo o patrimônio do Estado e contribuindo para a inclusão sócio-cultural. Uma série de fotografias e textos sobre o processo da pesquisa podem ser conferidos através do blog territoriodasmaos.wordpress.com. Já os vídeos com as entrevistas podem ser acessados através do canal do Youtube www.youtube.com/user/territoriodasmaos.

O projeto “Território das Mãos” percorreu, ao longo de dez meses, as quatro macrorregiões do Estado de Pernambuco: Região Metropolitana (Recife, Olinda, Jaboatão e Igarassu); Zona da Mata (Goiana e Tracunhaém); Agreste (Caruaru, Belo Jardim, Garanhuns, Jupi e Buíque) e Sertão (Petrolina). Nesses 12 municípios, foram entrevistados escultores como Mestre Nuca, Maria Amélia, José Bezerra, Severino Vitalino, Manuel Eudócio, Joel Galdino, Mestre Nado e Maria de Ana das Carrancas.

Em Caruaru, famílias como a do Mestre Vitalino trabalham o barro como uma tradição familiar, de geração a geração. As crianças da família aprendem a esculpir logo cedo e o ofício permanece como uma herança daquele clã. Mas, nem sempre há um mestre para ensinar a atividade e alguns dos artistas entrevistados iniciaram seus trabalhos de forma inusitada. É o caso, por exemplo, de José Bezerra que, através de um sonho recebeu a mensagem de que seria artista. Acreditando na mensagem onírica, adentrou na caatinga e passou a “retirar” da madeira animais e objetos como tatus, cobras e cabeças.

“A escultura popular é um universo rico em experiências estéticas e conhecimentos culturais. Lançar um olhar sensível para este mundo nos leva a perceber significados e visualidades. A pesquisa nasceu da vontade de conhecer os artistas que transformam com suas mãos materiais disponíveis em suas regiões e comunicam através da sua arte. O mapeamento realizado identificou diferentes materiais para cada região: na Zona da Mata, o barro predomina; no Agreste, madeira e barro dividem espaço na produção artística; no Sertão, a madeira é a matéria principal; na Região Metropolitana, temos uma diversidade de materiais como coqueiro, galhos e reciclados”, explica a coordenadora da pesquisa Lúcia Padilha Cardoso.

Segundo a pesquisadora, a escultura popular é uma arte que se renova, que não está estagnada aos modelos tradicionais dos antepassados. A escultura continua a ser feita abordando temas atuais, como a relação do homem com o trabalho e questões de gênero. “Observar esses temas revelam outras percepções através da arte popular. A pesquisa procurou incluir o maior número possível de escultores para entender essa cartografia da escultura popular do Estado. O projeto pretende não somente mostrar os caminhos para conhecer esses territórios, mas também divulgar o trabalho dos artistas e convidar o público para vivenciar novas experiências perceptivas e cognitivas a partir da atual escultura popular em Pernambuco. O mapeamento realizado também será conteúdo para futuros projetos educativos que serão desenvolvidos pela equipe do projeto”, esclarece Lúcia.

Blog: territoriodasmaos.wordpress.com
Youtube: www.youtube.com/user/territoriodasmaos

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